Dr. Grand

antigo Vice-cônsul da França

MEMBRO DA SOCIEDADE PARISIENSE DE ESTUDOS ESPÍRITAS (SPEE)

O GRANDE TRABALHADOR DAS PRIMEIRAS HORAS

(1810 - 1874)

Biografia: Dr. Alphonse de Grand Boulogne

Autor da "Carta de um católico sobre o Espiritismo" [1], ele era doutor em medicina, cavaleiro da legião de honra, antigo secretário da Sociedade Acadêmica de Medicina de Marselha, antigo vice-cônsul da França em Cuba e médium correspondente da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas em Havana, tendo sido mencionado apenas como Dr. Grand a partir da 2ª edição de O Livro dos Médiuns (Primeira parte - Noções preliminares > Capítulo IV - Dos sistemas). Mas na 1ª edição de 1861 aparece como Dr. Grand Boulogne. Na R.E. aparece como Dr. Grand e Dr. De Grand Boulogne.

Desencarnou de uma doença do coração em 1874 em Paris [2].

Ver ainda sua genealogia [3], além de outras informações relevantes [4], como sua fotografia.

Foi autor de vários livros sobre medicina, e.g., sobre inflamações [5] e sobre doenças infantis [6], tendo trabalhado também na Argélia e no México (Vera Cruz, em missão, conforme vemos, entre outras fontes, no NYT de 14 de agosto de 1863 [7]).

Estaria Amélie se referindo à 1ª edição de O Livros dos Médiuns, nesta carta que endereçou a Kardec em 14/09/1860? Esta edição é de janeiro de 1861. Kardec estava provavelmente na região de Lyon (Lyon, Mâcon, Saint Étienne e Sens), na sua 1ª viagem espírita, já que em 19/09/1860 participou do famoso banquete oferecido pelos espíritas lioneses [8].

O texto onde o Dr. Grand é referido não aparece na obra precursora de O Livros dos Médiuns, as Instruções Práticas sobre as Manifestações Espíritas, de junho de 1858.

Carlos Seth

CSI do Espiritismo

Fontes: [1] https://bit.ly/36o5vPz [2] https://bit.ly/35fcqdk [3] https://bit.ly/2YDnM8P [4] página 599 de https://bit.ly/2PDea9Y (referenciada em https://bit.ly/2E8qWbo) e https://bit.ly/2sj9Kx2 (fotografia) [5] https://bit.ly/2PdsRl6 [6] https://bit.ly/346Ua4R [7] https://nyti.ms/2PbeVIB [8] https://bit.ly/35ff17I

DOCTEUR GRAND - Lettre d' un catholique sur le Spiritisme

LEDOYEN, LIBRAIRE-EDITEUR

Palais Royal, 31, galerie d’Orléans

ET AU BUREAU DE LA REVUE SPIRITE

PARIS (1860)

Apresentação de Allan Kardec:

Bibliografia

CARTA DE UM CATÓLICO SOBRE O ESPIRITISMO

Pelo Dr. Grand, antigo Vice-cônsul da França

O autor desta brochura propôs-se a provar que se pode ser, ao mesmo tempo, bom católico e fervoroso espírita. Neste sentido, prega pela palavra e pelo exemplo, pois é sinceramente uma e outra coisa.

Por fatos e argumentos de uma lógica rigorosa, estabelece a concordância do Espiritismo com a religião, e demonstra que todos os dogmas fundamentais encontram, na Doutrina Espírita, uma explicação susceptível de satisfazer à razão mais exigente, que em vão a teologia se esforça para dar; de onde conclui que, se esses dogmas fossem ensinados desta maneira, encontrariam bem menos incrédulos e que, portanto, devendo a religião ganhar com essa aliança, dia virá em que, pela força das coisas, o Espiritismo estará na religião, ou a religião no Espiritismo.

Parece difícil que, após a leitura desse opúsculo, aqueles que os escrúpulos religiosos ainda afastam do Espiritismo não sejam levados a uma apreciação mais sadia do problema. Aliás, há um fato evidente: é que as idéias espíritas marcham com tal rapidez e no escritório da que, sem ser adivinho nem feiticeiro, é possível prever o tempo em que serão tão gerais que, querendo ou não, ter-se-á que contar com elas; essas idéias conquistarão foros de cidadania, sem haver necessidade da permissão de ninguém, e em breve se reconhecerá, se ainda não se fez, a absoluta impossibilidade de lhe deter o curso.

As próprias diatribes dar-lhes-ão um impulso extraordinário e não se poderia crer no número de adeptos que, sem querer, fez o Sr. Louis Figuier com a sua Histoire du merveilleux, na qual pretende tudo explicar pela alucinação, quando, definitivamente, nada explica porque, sendo seu ponto de partida a negação de toda força fora da Humanidade, sua teoria material não pode resolver todos os casos.

Os gracejos do Sr. Oscar Comettant não são argumentos: ele faz rir, mas não à custa dos espíritas. O impudente e grosseiro artigo da Gazette de Lyon só prejudicou a ela mesma, pois todos o julgaram como o merece. Após a leitura da brochura de que falamos, que dirão os que ainda ousam avançar que os espíritas são ímpios e que a sua doutrina ameaça a religião?

Não percebem que, assim falando, fariam crer que a religião é vulnerável; realmente, seria muito vulnerável se uma utopia, pois, segundo eles, trata-se de utopia, pudesse comprometê-la. Não receamos dizer: todos os homens sinceramente religiosos – e por isso entendemos os que o são mais pelo coração do que pelos lábios – reconhecerão no Espiritismo uma manifestação divina, cujo objetivo é reavivar a fé que se extingue.

Recomendamos insistentemente essa brochura a todos os nossos leitores, e cremos que farão uma coisa útil, procurando propagá-la.

Allan Kardec - Revista Espírita de Novembro de 1860

Apresentação da SPEE:

Membros da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas

 Tendo desaparecido durante a Segunda Guerra a documentação da Sociedade de Paris depositada na Maison des Spirites (1940), houve uma tentativa para reorganizar o registro de associados com base na Revue Spirite, o boletim, os livros O Céu e o Inferno ou a Justiça Divina segundo o Espiritismo, Obras Póstumas de Allan Kardec e alguma outra fonte fidedigna como a de Canuto Abreu. Ensaiando algo similar com a folha de relação dos médiuns e dos membros correspondentes da França como do exterior.

A falta de notícias impede de oferecer outra elaboração como a projeção de um quadro demonstrativo do movimento dos associados embora ocasionalmente fosse possível datar determinadas altas ou baixas, a composição dos sócios fundadores e honorários, mas estaríamos transmitindo algo muito incompleto. Ao que se aspira com os meios disponíveis é a restaurar os assentamentos de associados entre 1858 e 1869, que reconhece cerca de cento e cinquenta e cinco membros entre titulares e livres. Sem acesso, devido às circunstâncias apontadas, a uma massa corporativa dentro do vinte e cinco ou trinta por cento, o que daria cerca de duzentos membros para este período.

Os sócios, tanto médiuns como membros correspondentes foram colocados em ordem alfabética, alguns deles representados, como foi visto, apenas por suas iniciais, antepondo aquilo que foi uma constante neste trabalho, a abreviatura do adjetivo monsieur, madame ou mademoiselle (senhor, senhora ou senhorita), modalidade pela qual os franceses particularmente costumam ponderar o significado dos nomes.

Os membros titulares e membros livres

(1858 - 1869)

 A - Mme. A., M. Adrien, M. Albert, M. Amy.

B - Mme. B., Mme. A. de B., M. B. de M., M. Charles B., M. Bertrand, M. Emile Blin, M. Boiste, capitão B. ou capitão André Bourgès, Mme. Boyer, M Br., Mme. Breal, Mlle. Brèguet, Mme. Breul, coronel Bruneau.

C - M. C., professor M. C., conde R. C., M. Canaguier, Mme. de Cardone o Mme. C., M. e Mme. Canu, M. e Mme Carloti, Mlle Aline C., Mme Causse, Mme. Cazemajour (Marguerite Clémence Lajarriges, a Sra. Cazemajour), M. Jean Alexandre Chaigneau, M. e Mme. Clément, M. Collin, M. Antoine Costeau, Mme. Costel (Honorée Ea Guillaume Guillon Lethière - casada com Sr. Lescot, a Sra. Costel), Mme. Courtois, advogado J.P.L. Crouzet, M. Crozet.

D - Mme. D., M. D., D'Ambel (Emmanuel-Balthazard-Marie-Eugène-Alis d'Ambel, usou às vezes o pseudônimo de Abel d'Islam), M. Darcol, M. e Mme Alexandre Delanne (M. se chamava François Eugène Alexandre Delanne, sendo que o Alexandre foi acrescentado depois do nascimento; e Mme se chamava Marie Alexandrine Didelot), M. Demange, Mme. Desi, Mme. Deslandes, M. e Mme. Armand Thèodore Desliens, M. Det, Mlle. Marie Alexandrine Didelot (ver Mme. Delanne), M. Alfred Didier (pai de) (o pai do médium se chamava Pierre Paul Didier), M. Alfred Didier (filho) (o nome completo era Alfred Jean Baptiste Didier), M. Dombre (honorário), Mlle. Dobois, M. e Mme. Dufaux (M. se chamava Jacques Dufaux de La Jonchère; e Mme. se chamava Léonide Groslevin), Mlle. Ermance Dufaux (embora apareça grafado com "E" várias vezes na R.E., o nome correto é Hermance Dufaux de La Jonchère), M. Duscatel.

E - Mlle. Eugènie.

F - M. e Mme. Finet, M. Camille Flammarion (Nicolas Camille Flammarion), M. Fortier, M. Fourtier.

G - M. G., Mme. viúva de G., doutor de Grand-Boulogne (Doutor Alphonse de Grand Boulogne).

H - Mme. H., M. Habach, Mlle. Huet (O nome completo era Honnorine Marie Cecile Huet).

J - M.J., Mlle. L.J, M. e Mme. Japhet (O seu nome era Aimable Julie Le Planquais, e desencarnou em 1859, portanto ainda existem dúvidas que tenha participado da SPEE; era mãe da médium da sequência), Mlle. Ruth Céline Japhet (O nome correto da médium é Célina Eugenie Béquet, que adotou o pseudônimo de Célina Japhet, mas nunca de Ruth, sendo este uma invenção de Canuto Abreu), M. Jean (honorário), M. Jobard, de Bruxelas (honorário) (Jean Baptiste Ambroise Marcellin Jobard), M. Hubert Joly, M. Jonty.

K - M. Krafzoff.

L - Mme. L., M. Labourgeais, M. e Mme. Lampérière, Mlle. Lateltin, M. Lazaro, M. e Mme. Charles Julien Leclerc, M. Ledoyen (Simon Alexandre Ledoyen), M. Edouard Pierre Le Roux, Mme. Lesc. (Ver Sra. Costel), M. e Mme. Jules Nestor Anatolie Levent (Jules Théophile Nestor Anatole Levent),  M. e Mme. Pierre Gaëtan Leymarie, Mlle. Lida, M. e Mme. Lubrat.

M - Mme. M, M. e Mme. E. Antolie Malet (O nome correto é Emile Malet), M. P.F. Matieu (Pierre-François Mathieu, mais conhecido como P.-F. Mathieu), M. Mialhe, M. Pierre Raymond Jacques Monvoisin, M. Morin, M. E. Müller (não existe que evidência da sua existência, provavelmente confundido com o Sr. E. Malet).

N - Mme. N., conde de N. (livre), M. Nant, M. e Mme. Netz, M. Nivard.

P - M. P., Mlle. P ou Mlle. Parissé, Mme. P ou Mme. Parissé, Mme. Pâtet, M. Pécheur, M. Perchet, Mme. de Planinemaison, M. Poudra.

R - M. Achille R., conde de R., M. R. (Membro do Instituto da França), M. Raboche, Mme. Rakowska, M. Ravan, M. Regnez, M. e Mme. H.L.D. Rivail, M. Julien Rob, Mlle. Marie Robyns, Mme. Roger, M. Rouxel, M. Royer, M. Roze (Louis Jules Roze), M. Rul (Louis Joseph Gabriel Rul).

S - Mme. S. Mlle. Stéphanie S, M. Emile Sabô (Emile Antoine Sabô, sendo que o Emile foi acrescentado depois), M. Sanson, Mme. Schmidt, M. Solichon, Mlle. Solichon, M. Solve.

T - M. T., M. Tailleur (Jean Marie Tailleur), M. Theubert, M. Thiery.

V - M. Louis Vavasseur, M. E. Vézy (Eugène Vézy), doutor Vignal.

W - M. Winz.

X - Mme. Xavier

Z - Conde de Z.

Os Médiuns

(1858 - 1869)

 A - Mme. A., M. Adrien (vidente), M. Albert.

B - Mme. B, Mme. A de B., M. B. de M., M. Charles B., M. Bertrand, Mme. Boyer, M. Br., Mme. Breal, Mlle. Bréguet, Mme. Breul.

C - M. C., Mme. de Cardone ou Mme. C., Mlle. Aline C., Mme. Causse, Mme. Cazemajour (Marguerite Clémence Lajarriges, a Sra. Cazemajour), M. Jean Alexandre Chaigneau, M. Collin, Mme. Costel (Honorée Ea Guillaume Guillon Lethière - casada com o Sr. Lescot -, a Sra. Costel), M. Crozet.

D - M. D., Mme. D., M. D’Ambel (Emmanuel-Balthazard-Marie-Eugène-Alis d'Ambel, usou às vezes o pseudônimo de Abel d'Islam), M. Darcol, M. e Mme Alexandre Delanne (M. se chamava François Eugène Alexandre Delanne, sendo que o Alexandre foi acrescentado depois do nascimento; e Mme se chamava Marie Alexandrine Didelot), Mme. Desi, Mme. Armand T. Desliens, M. Armand T. Desliens, M. Alfred Didier (filho) (o nome completo era Alfred Jean Baptiste Didier), Mlle. Dubois, Mlle. Emance Dufaux (embora apareça grafado com "E" várias vezes na R.E., o nome correto é Hermance Dufaux de La Jonchère).

E - Mlle. Eugénie.

F - M. Camille Flammarion (Nicolas Camille Flammarion).

G - Mme. G., Mme. viúva de G., doutor de Grand-Boulogne (Doutor Alphonse de Grand Boulogne).

H - Mlle. Huet (O nome completo era Honnorine Marie Cecile Huet).

J - Mlle. L. J (médium desenhista), Mlle. Céline Japhet (O nome correto da médium é Célina Eugenie Béquet, que adotou o pseudônimo de Célina Japhet), M. Jonty.

L - Mme. L., Mme. Lampérière, M. Lampérière, Mlle. Lateltin, Mme. Leclerc, Mme. Lesc. (Ver Sra. Costel), Mme. Marina Duclos e M. Pierre Gaëtan Leymarie, Mlle. Lida, Mme. Lubrat.

M - Mme. M., Mme. Emile Malet, M. Morin.

N - M. Nivard.

P - Mme. P., Mlle. Parissé, Mme. Pâtet, M. Pécheur, M. Perchet, Mme. de Planinemaison.

R - M. R., M. Raboche, M. Julien Rob, Mlle. Marie Robyns, Mme. Roger, M. Rouxel, M. Royer, M. Roze (Louis Jules Roze), M. Rul (Louis Joseph Gabriel Rul)

S - Mlle. Stéphan ou Stéphanie S., Mme. Schmidt, Mlle. Solichon.

T - M. Tail. ou Tailleur (Jean Marie Tailleur).

V - M. Louis Vavasseur (médium poeta), M. Eugène Vézy.

W - M. Winz (médium pintor)

X - Mme. Xavier

Os Membros Correspondentes

(1858 - 1869)

Os membros correspondentes são próprios das corporações científicas, aqueles que mantêm uma correspondência assídua em benefício da pesquisa.

França

M. B.; M. e Mme. Emile Collignon, de Bordeaux; M. Crozet, de L’Havre; M. Léon Denis, de Tours; M. Dombre, de Marmande; professor Brion D’Orgeval, de Toulouse; M. Timoléon Jaubert, de Carcassonne; Mme. R. Jura; M. L., de Troyes; M. S., de Bordeaux.

Exterior

M. S. L. Bernardaky, de São Petersburgo; Miss Anna Blackwell, de Londres; professor Constantin Delhez, de Viena; José Maria de Fernández Colavida, de Barcelona; M. e Mme. Forbes, de Londres; Dr. Gotti, de Gênova; Dr. De Grand-Boulogne (Doutor Alphonse de Grand Boulogne), de Havana; M. Jobard, de Bruxelas (Jean Baptiste Ambroise Marcellin Jobard); Mme. Elisa Johnson, de Londres; M. Julien, de Belfast; M. Maurice Lachâtre, de Barcelona; conde de N., de Moscou, Sr. Alverico Perón (pseudônimo de Enrique Pastor Bedoya), de Madri; conde Alexandre Stembock Fermor, de São Petersburgo; M. Sérge de W., de Moscou; M. Indermulhe de Wytenbach, de Berna.

Fonte: Sr. Florentino Barrera publicada na obra La Sociedad de París, 2ª edição revisada e aumentada, Ediciones Vida Infinita, Buenos Aires, 2002, p. 60 até 63.

Revisado (informações acrescentadas em relação à revisão anterior, mas remanescentes a serem evidenciadas):

CSI do Espiritismo - Imagens e registros históricos do Espiritismo

Fontes: Canal Espiritismo Em Kardec (Historiografia do Espiritismo - Entrevista com Adair Ribeiro) (Conversa com Adair Ribeiro, criador do site e da página allankardec.online e onde falaremos sobre diversas descobertas recentes, em torno da historiografia espírita)

Fontes: CSI Espiritismo (Documentos Históricos do Espiritismo)

Fontes: Allan Kardec.OnLine (Manuscritos Raros e Inéditos de Allan Kardec - Museu Virtual e Historiografia do Espiritismo)

"Não permitais o desencorajamento nos vossos esforços para abrir um novo domínio à ciência, nem pelos ataques malucos, nem pelas calúnias covardes, nem pela falsificação dos fatos, nem pela violência dos malévolos ou por qualquer espécie de intimidação. Avançai sempre pelo caminho que abristes, tendo em mente aquelas palavras de Faraday: "Nada é demasiado maravilhoso para ser verdadeiro"

Barão Albert von Schrenck-Notzing "O Pesquisador Espírita Alemão"

Se só o demônio se comunica, sendo ele o inimigo de Deus e dos homens, por que recomenda que se ore a Deus, que nos submetamos à vontade de Deus, que suportemos sem queixas as tribulações da vida, que não ambicionemos as honras, nem as riquezas, que pratiquemos a caridade e todas as máximas do Cristo, numa palavra: que façamos tudo o que é preciso para lhe destruir o império, dele, demônio? Se tais conselhos o demônio é quem os dá, forçoso será convir em que, por muito manhoso que seja, bastante inábil é ele, fornecendo armas contra si mesmo. (1)

(1) Esta questão foi tratada em O Livro dos Espíritos (números 128 e seguintes); mas, com relação a este assunto, como acerca de tudo o que respeita à parte religiosa, recomendamos a brochura intitulada: Carta de um católico sobre o Espiritismo, do Dr. Grand, ex-cônsul da França (à venda na Livraria Ledoyen, in-18; preço 1 franco), bem como a que vamos publicar sob o título: Os contraditores do Espiritismo, do ponto de vista da religião, da ciência e do materialismo.

Allan Kardec - O Livro dos Médiuns, 1ª parte, cap. IV, item 46.

 

RELAÇÃO DE OBRAS PARA DOWNLOAD

 

Allan Kardec - O Livro do Médiuns (FEB)

 

Docteur Grand - Lettre d'un catholique sur le Spiritisme (1860) (Fr.)