IRMÃOS EDDY

William Eddy e Horatio Eddy

OS GRANDES MÉDIUNS DESBRAVADORES

DO CONSOLADOR PROMETIDO POR CRISTO

 

(Mediunidade de Efeitos Físicos são os médiuns dotados de faculdade capaz de produzir efeitos materiais ostensivos. Seus trabalhos têm a finalidade de chamar a atenção da incredulidade humana para a existência dos Espíritos e do mundo invisível. Produzem fenômenos materiais, tais como: movimento de corpos inertes, ruídos, voz direta, curas fenomênicas, transportes etc.)

 

Henry Steel Olcott

O GRANDE ESCRITOR ERUDITO

O PESQUISADOR DA MEDIUNIDADE

IRMÃOS EDDY

(1832 - 1907)

A pequena semente da Revelação dos Espíritos plantada nos corações áridos e dogmáticos da Humanidade, desde os precursores fenômenos nos EUA, na cidade Hydesville em 1848, passando pela intolerância do Auto-de-Fé de Barcelona em 1861, chegando galhardamente até nossos nossos dias, tem afrontado diferentes forças antagônicas advindas de todos os lugares, tentando de todas as formas possíveis sufocar, mudar, mutilar o germe da Terceira Revelação. Mas, nenhum artifício humano tem o poder de interromper a roda do progresso.

A Doutrina dos Espíritos bem compreendida e praticada no dia a dia levará a Humanidade a descortinar o mundo espiritual e acima tudo trará a esperança e a fé, a fim de que sejam enfrentados os vendavais das dores, sofrimentos, decepções, enfermidades e todos os cortejos da provas morais do mundo material, com vista à legítima ventura na pátria dos espíritos.

Confiando nas diretrizes do Criador, saibamos que a Doutrina Espírita, sobretudo a prática dos Ensinamentos do Evangelho legado pelo Nazareno da Galileia, transformará a sociedade definidamente.!!

Irmãos W. e Jorge Hessen

Biografia dos Irmãos Eddy:

William e Horatio Eddy foram considerados dois dos maiores médiuns que o mundo já viu, descendiam de uma longa linhagem de pessoas ligadas a atividades paranormais, a sua avó fora queimada viva em Salem, em 1692.

A mediunidade dos irmãos Eddy, talvez jamais tenha sido superada no terreno da materialização ou, como podemos agora chamar, das formas ectoplásmicas.

Dentro de certos limites é difícil acompanhar o aparecimento de vários médiuns nos Estados Unidos. O estudo de um ou dois casos proeminentes é suficiente para servir de exemplo do todo.

Os anos de 1874 e 1875 foram marcados por grande atividade psíquica, e produziram convicção por um lado e escândalo pelo outro. No conjunto parece que predominou o escândalo; mas se com ou sem razão, é uma questão que também pode ser discutida.

Os adversários da verdade psíquica contam com o clero de várias igrejas, com a ciência oficial e com a enorme massa inerte da humanidade material; tinham a imprensa profana às suas ordens; de modo que tudo quanto lhe fosse favorável ou era sonegado ou distorcido e tudo quanto lhe fosse contrário tinha a mais larga publicidade.

Daí ser necessária uma constante verificação de passados episódios e uma reconsideração de valores. Mesmo agora a atmosfera é saturada de preconceitos. Se um homem de responsabilidade entrasse agora na redação de um jornal londrino e dissesse que tinha pilhado um médium em fraude, a coisa seria aceita com satisfação e espalhada por todo o país.

Se o mesmo homem proclamasse que, debaixo do mais rigoroso controle os fenômenos eram autênticos, é pouco provável que lhe consagrassem um período. A edição já estaria sobrecarregada. Na América, onde praticamente não existe uma lei contra a difamação, e onde a Imprensa é por vezes violenta e sensacional, esse estado de coisa era - e, possivelmente, ainda é - talvez mais evidente.

O primeiro incidente notável foi a mediunidade dos irmãos Eddy, que talvez jamais tenha sido superada no terreno da materialização ou, como podemos agora chamar, das formas ectoplásmicas.

A dificuldade então em aceitar esses fenômenos repousava no fato de que os mesmos pareciam regidos por leis desconhecidas e por se acharem isolados de toda a nossa experiência da Natureza.

Os trabalhos de Geley, de Crawford, de Madame Bisson, de Schrenck Notzing e de outros removeram essa dificuldade e nos deram, quando mais não seja, uma hipótese perfeitamente científica, apoiada em prolongadas e cuidadosas investigações, de modo que podem por alguma ordem no assunto.

Isto não existia em 1874 e podemos admitir a dúvida, mesmo nos espíritos mais honestos e cândidos, quando lhes pediam que acreditassem que dois rudes camponeses, desajeitados e sem instrução, podiam produzir resultados que eram negados ao resto do mundo e completamente inexplicável pela ciência:

Os irmãos Eddy, Horatio e William, eram primitivos moradores de uma pequena propriedade na aldeia de Chittenden, perto de Rutland, no Estado de Vermont. Um observador os descreveu como sensitivos, frios e abruptos com os estranhos, mais parecendo trabalhadores braçais de fazenda do que profetas ou sacerdotes de uma nova dispensação; de compleição maciça, cabelos e olhos negros, articulações duras, atitudes desgraciosas, encolhida e que embaraça os recém-chegados.

Não se dão com alguns vizinhos e para outros não são simpáticos... Na verdade se acham separados da opinião pública, que não está preparada ou desejosa de estudar os fenômenos, as maravilhas científicas, ou as revelações do outro mundo.

Os rumores dos estranhos acontecimentos que se passaram em casa dos irmãos Eddy se espalharam e despertaram uma curiosidade semelhante á causada pela sala de música de Koons nos primeiros dias. Veio gente de toda parte investigar. Parece que os Eddy tinham acomodações amplas, embora primitivas, para os seus visitantes, e que os alojavam num grande quarto, onde o reboco das paredes caía aos pedaços e a comida era tão simples como a das cercanias. Cobravam essa hospedagem modicamente e parece que não tiravam nenhuma vantagem disso a não ser a demonstração de suas faculdades psíquicas.

Uma grande curiosidade tinha sido despertada em Boston e em New York pelo relato do que acontecia e um jornal de New York, o Dailt Graphic, encarregou o Coronel Olcott de fazer investigações. Olcott não se havia identificado até então com qualquer movimento psíquico - ao contrário, tinha o espírito prevenido contra isso e iniciou a sua tarefa antes com o fito de desmascarar um impostor.

Era um homem de mente clara, de notável habilidade e com um alto sentido de honra. Ninguém poderá ler os ricos e íntimos detalhes de sua vida, contados em suas "Old Diary Leasves", sem sentir respeito por aquele homem tão leal, desinteressado, e com uma rara coragem moral de seguir a verdade e aceitar os resultados, mesmo quando opostos à nossa expectativa e aos nossos desejos. Não era um sonhador místico, mas um homem de negócios muito prático e algumas de suas observações psíquicas despertaram menos atenção do que mereciam.

Olcott ficou dez semanas na atmosfera de Vermont, o que demonstrou uma considerável força de vontade em suportar o meio primitivo e a vida dura daquela gente. Voltou com algo próximo do aborrecimento pessoal pela morosidade de entendimento com os seus hóspedes, mas, por outro lado, com absoluta confiança em seus poderes psíquicos.

Como todo investigador sensato, recusa-se a dar atestados em branco sobre o caráter e não responde pelas ocasiões em que não se achava presente, nem pela futura conduta daqueles a quem julga. Limita-se á sua experiência do momento e, em quinze notáveis artigos publicados no New York Daily Graphic, em outubro e novembro de 1874, deu os resultados completos e as medidas que havia tomado para os controlar. Lendo-os, é difícil lembrar uma precaução que não tenha sido tomada.

Seu primeiro cuidado foi examinar a história dos Eddy. Foi um bom registro, a que não faltaram manchas. Nunca será demais insistir em que o médium é um mero instrumento e que o seu dom nenhuma relação tem com o seu caráter. Isto se aplica aos fenômenos físicos, mas não aos mentais, porque jamais um alto ensino poderia chegar através de um canal inferior.

Nada havia de mau na investigação daqueles irmãos, mas admite-se que certa vez deram uma falsa exibição de mediunidade, anunciando-a como tal, mas praticando truques. É provável que tal tivesse sido feito para dar o que falar e ainda para conciliar os vizinhos fanáticos, que viviam enfurecidos contra os legítimos fenômenos. Seja qual for a causa ou o motivo, Olcott foi naturalmente levado a tornar-se muito circunspecto em seus contatos, desde que mostrava um bom conhecimento dos truques.

A ancestralidade era muito importante, porque, não só havia uma ininterrupta cadeia de poderes psíquicos, que se estendia sobre várias gerações, como, também a avó deles, que fora processada quatro vezes como feiticeira, fora queimada como tal ou, pelo menos, sentenciada, no famoso processo de Salém, em 1692. Muitos de nossos contemporâneos gostosamente fariam o mesmo com os nossos médiuns, como foi o caso de Cotton Mather.

Mas as perseguições policiais constituem o seu equivalente moderno. O pai dos Eddy foi, infelizmente, um desses fanáticos perseguidores. Olcott declara que os meninos foram marcados para toda a vida pelos golpes que o pai lhes havia dado, visando desencorajar aquilo que chamava de poderes diabólicos.

A mãe, que era possuidora de grande força psíquica, ficou sabendo como esse bruto "religioso" agia injustamente: seu lar tornou-se um inferno na terra. Não havia refúgio para as crianças em parte alguma, pois os fenômenos psíquicos geralmente as acompanhavam, até mesmo à escola e excitava a grita dos jovens bárbaros ignorantes em seu redor.

Em casa, quando o jovem Eddy caia em transe o pai e um vizinho despejavam água fervente sobre ele e punham brasas vermelhas sobre a cabeça, deixando-lhe marcas indeléveis. Felizmente o rapaz estava adormecido. É de admirar que depois de tal infância as crianças se tivessem tornado homem sombrios e desconfiados?

Depois que cresceram, o infeliz pai tentou fazer dinheiro por meio dos poderes que tão brutalmente havia desencorajado e alugava os rapazes como médiuns. Ninguém jamais descreveu adequadamente os sofrimentos a que se sujeitam os médiuns públicos nas mãos de investigadores idiotas e cépticos cruéis.

Olcott testemunhou que as mãos e os braços das irmãs, bem como dos irmãos, estavam cheios de marcas de ligaduras e de escaras produzidas por lacre quente para selar os nós, enquanto que duas das meninas tinham pedaços de pele e carne esgarçadas pelas algemas. Eram enjauladas, batidas, queimadas, apedrejadas, enquanto as cabines eram destroçadas. O sangue escorria dos cantos das unhas, devido à compressão das artérias. Assim foram os primeiros dias na América, mas a Grã-Bretanha não ficou atrás, se recordarmos os irmãos Davenport e a violência brutal da massa em Liverpool.

Parece que os Eddy eram possuidores de todas as mediunidades. Olcott dá esta lista: batidas, movimento de objetos, pintura a óleo e aquarela sob influência de Espíritos, profecia, fala de línguas estranhas, poder de cura, discernimento dos Espíritos, levitação, escrita de mensagens, psicometria, clarividência, e, finalmente, a produção de formas materializadas.

Desde que São Paulo enumerou os dons do Espírito, jamais se organizou uma lista mais extensa. O método das sessões era o seguinte: o médium ficava sentado numa cabine de um lado da sala, e a assistência em bancos, enfileirados à sua frente. Perguntar-se-á por que uma cabine. E a experiência continuada mostrou que, de fato, esta pode ser dispensada, salva no fenômeno de materialização. Home jamais usou a cabine e atualmente os principais médiuns ingleses raramente a empregam.

Há, contudo uma razão muito aceitável para a sua presença. Sem querer ser muito didata num assunto que ainda se acha na fase de exame, pode ser admitido, como hipótese muito aceitável, que os vapores ectoplásmicos, que se solidificam numa substância plástica, da qual surgem as formas, podem condensar-se mais facilmente num espaço limitado. Entretanto, achou-se que a presença do médium não era necessária dentro desse espaço.

Na maior sessão de materialização a que o autor esteve presente, na qual cerca de vinte formas de várias idades e tamanhos apareceram numa noite, o médium estava sentado fora da porta da cabine da qual saíam as formas. É de presumir que, de acordo com a hipótese, seu vapor ectoplámico fosse levado para aquele espaço confinado, independentemente da posição de seu corpo físico. Isso não tinha sido reconhecido ao tempo da investigação, de modo que a cabine foi utilizada.

É óbvio, entretanto, que a cabine oferecia um meio para fraudes e disfarces, com o que era cuidadosamente examinada. Ficava num segundo andar, e tinha uma janelinha. Olcott tinha a janela tapada com tela antimosquito, pregada por fora. O resto da cabine era de madeira sólida e só atingível pela sala onde se achavam os espectadores. Parece que não havia possibilidades de fraudes.

Olcott a tinha feito examinar por um perito, cujo certificado aparece no livro. Em tais circunstâncias Olcott contou em seus artigos e, depois, no seu notável livro "People from the other world" que, certamente, durante dez semanas, viu nada menos de quatrocentas aparições sainda da cabine, de todas as formas, tamanhos, sexos e raças, vestidos maravilhosamente, crianças de colo, guerreiros índios, cavalheiros em trajes de rigor, um curdo com uma lança de nove pés, uma índia pele vermelha fumando, senhora com vestidos elegantes, etc..

E não havia um caso que ele fosse capaz de dar as mais seguras provas. Seu relato foi recebido com incredulidade, mas agora já produz menor descrença. Mas Olcott dominava o assunto e, tomando suas precauções, preveniu, assim como prevenimos, a crítica daqueles que, não tendo estado presentes, preferem dizer que os que estavam ou foram enganados ou eram malucos.

Diz ele: "Se alguém lhes fala de crianças carregadas por senhoras que saem da cabine, ou de moças de formas flexíveis, cabelos dourados e pequena estatura, de velhas e velhos apresentando-se em corpo inteiro e falando conosco, de criançolas, vistas aos pares, simultaneamente com outras formas e roupas diferentes, de cabeças calvas, de cabelos grisalhos, de feias cabeças negras de cabelos encarapinhados, de fantasmas imediatamente reconhecidos como amigos, e fantasmas que falam de modo audível línguas estranhas que o médium desconhece - sua indiferença não se altera. A credulidade de alguns homens de ciência, também, seria ilimitada - antes prefeririam acreditar que uma criança possa levantar uma montanha sem uma alavanca do que um Espírito possa levantar um peso".

Horatio Eddy morreu a 8 de Setembro de 1922 e William Eddy a 25 de Outubro de 1932. Até os nossos dias, ninguém se apresentou para questionar a veracidade dos fenômenos espíritas dos irmão Eddy.

Fontes: História do Espiritismo - Conan Doyle - Capítulo 12

Ver no site a obra publicada por Allan Kardec "O Livro dos Médiuns"

Ver no site as Irmãs Fox (Margaret, Kate e Leah)

Fontes: A Luz na Mente - Revista On Line de Artigos Espíritas (Mediunidade)

Fontes: A Luz na Mente - Revista On Line de Artigos Espíritas (Mediunidade -  Possibilidades e Desafio)

Fontes: Notícias do Movimento Espírita (Blog do Ismael)

 

Consolador Prometido

3 – Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro consolador, para que fique eternamente convosco, o Espírito da Verdade, a quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece. Mas vós o conhecereis, porque ele ficará convosco e estará em vós. – Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito. (João, XIV: 15 a 17 e 26)

4 – Jesus promete outro consolador: é o Espírito da Verdade, que o mundo ainda não conhece, pois que não está suficientemente maduro para compreendê-lo, e que o Pai enviará para ensinar todas as coisas e para fazer lembrar o que Cristo disse. Se, pois, o Espírito da Verdade deve vir mais tarde, ensinar todas as coisas, é que o Cristo não pode dizer tudo. Se ele vem fazer lembrar o que o Cristo disse, é que o seu ensino foi esquecido ou mal compreendido.

O Espiritismo vem, no tempo assinalado, cumprir a promessa do Cristo: o Espírito da Verdade preside ao seu estabelecimento. Ele chama os homens à observância da lei; ensina todas as coisas, fazendo compreender o que o Cristo só disse em parábolas. O Cristo disse: “que ouçam os que têm ouvidos para ouvir”. O Espiritismo vem abrir os olhos e os ouvidos, porque ele fala sem figuras e alegorias. Levanta o véu propositalmente lançado sobre certos mistérios, e vem, por fim, trazer uma suprema consolação aos deserdados da Terra e a todos os que sofrem, ao dar uma causa justa e um objetivo útil a todas as dores.

Disse o Cristo: “Bem-aventurados os aflitos, porque eles serão consolados”. Mas como se pode ser feliz por sofrer, se não se sabe por que se sofre?

O Espiritismo revela que a causa está nas existências anteriores e na própria destinação da Terra, onde o homem expia o seu passado. Revela também o objetivo, mostrando que os sofrimentos são como crises salutares que levam à cura, são a purificação que assegura a felicidade nas existências futuras. O homem compreende que mereceu sofrer, e acha justo o sofrimento. Sabe que esse sofrimento auxilia o seu adiantamento, e o aceita sem queixas, como o trabalhador aceita o serviço que lhe assegura o salário. O Espiritismo lhe dá uma fé inabalável no futuro, e a dúvida pungente não tem mais lugar na sua alma. Fazendo-o ver as coisas do alto, a importância das vicissitudes terrenas se perde no vasto e esplêndido horizonte que ele abarca, e a perspectiva da felicidade que o espera lhe dá a paciência, a resignação e a coragem, para ir até o fim do caminho.

Assim realiza o Espiritismo o que Jesus disse do consolador prometido: conhecimento das coisas, que faz o homem saber de onde vem, para onde vai e porque está na Terra, lembrança dos verdadeiros princípios da lei de Deus, e consolação pela fé e pela esperança.

Allan Kardec - O Evangelho Segundo O Espiritismo - O Cristo Consolador - Capítulo VI

 

RELAÇÃO DE OBRAS PARA DOWNLOAD

 

Allan Kardec - O Evangelho Segundo O Espiritismo (Obra de Allan Kardec - "O Evangelho Segundo O Espiritismo" - O Cristo Consolador - Cap. VI)

 

Conan Doyle - História do Espiritismo PDF

 

Henry Steel Olcott - People from the other world (1875) (Eng.)