Antonio César Perri de Carvalho

ex-presidente da feb

OS MAIORES ORADORES ESPÍRITAS DA ATUALIDADE

(OS GRANDES GIGANTES DO ESPIRITISMO)

(1948 -     )

 

 

CANAL ESPÍRITA JORGE HESSEN

RELAÇÃO DE PALESTRAS ESPÍRITAS DE CÉSAR PERRI

(EM VÍDEO NO YOUTUBE)

Biografia de César Perri:

UMA VIDA, UM IDEAL, UMA IDEIA, UM HOMEM DE BEM

Antonio César Perri de Carvalho nasceu em Araçatuba-SP, no dia 21 de Maio de 1948, filho de Rodolfo Graça de Carvalho e Josefina Perri de Carvalho, professora primária, descendentes de italianos. Sua família não era espírita, mas muito ligada à Igreja Católica.

Estudante da Faculdade de Odontologia de Araçatuba, Perri era aluno e amigo de Orlando Airton de Toledo, líder espírita na região, que o levou para participar da UME local. Esteve, então, sempre ligado ao movimento unificacionista.

No ano de 1972 casou-se com Célia Maria Rey de Carvalho, com quem teve 3 filhos: Daniel, Gustavo e Flávio. Perri formou-se Cirurgião Dentista e seguiu a carreira universitária na Faculdade de Odontologia de Araçatuba (Universidade Estadual Paulista – UNESP), na especialidade de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial.

Doutor em Ciências, atuou como Professor Livre-Docente e Professor Titular. Chefiou a Câmara Central de graduação da Universidade Estadual Paulista e foi Pró-Reitor de Graduação da UNESP. Autor de cerca de 80 (oitenta) trabalhos científicos, publicados em revistas especializadas do Brasil, Estados Unidos, Japão, Alemanha e Itália. Em 1984, recebeu a “Medalha e Prêmio de Honra ao Mérito Luiz César Pannain”, do Sindicato dos Odontologistas do Estado de São Paulo; em 1985, “Prêmio Professor Antônio de Souza Cunha”, do Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxílo-Facíal; no mesmo ano, “Prêmio Cidade Personalidade em Odontologia”, em Araçatuba. [i]

É um líder espírita bastante estimado nas hostes doutrinárias no Brasil e no exterior, Cesar Perri, após sua saída da presidência da FEB, permanece cumprindo uma trajetória importantíssima, que teve seu nascedouro há muitos anos, inicialmente, do movimento espírita paulista e depois no cenário nacional e internacional.

O primeiro contato com o Espiritismo tem apontamentos de alguns episódios mediúnicos que levou sua família a procurar o Centro Espírita Varas da Videira, a que passou a frequentar. Na vizinha cidade de Birigui, a família começou a participar do Centro Espírita Amor e Caridade. Assim César Perri inicia a tarefa, dentro do movimento espírita.

Em Araçatuba, já aos oito anos de idade, acompanhava a genitora e os seus tios. Uma das razões de sua mãe acelerar sua procura a médiuns amigos e depois reuniões espíritas foi o fato que Cesar entrava em transe, semelhante a casos descritos em “No Mundo Maior”. Os episódios foram evanescendo, à medida que frequentava as reuniões.

Na adolescência, César participou da fundação de instituição beneficente, inicialmente mantida pela família, e, aos 16 anos, fundou a Mocidade Espírita da Instituição “Nosso Lar”, em Araçatuba, começando nesta ocasião a falar em público. Desde essa época mantem predileções literárias pelo “O Livro dos Espíritos”, “O Evangelho segundo o Espiritismo” e a admirável literatura emmanuelina.

Aos 17 anos de idade participou da I Concentração de Mocidades e Juventudes Espíritas do Brasil (em Marília), e passou a ser o representante da instituição beneficente de origem no Conselho da União Municipal Espírita de Araçatuba (Órgão da USE-SP).

Com seus 24 anos de idade, participou da fundação e da direção do Centro Espírita “Luz e Fraternidade” em Araçatuba. Foi diretor da União Municipal Espírita de Araçatuba e presidente de 1971 a 1986. Logo após passou a integrar a diretoria da USE (União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo), durante quatro anos, assumindo a presidência em 1990, permanecendo por três mandatos, concluídos no ano 2000.

Após sua aposentadoria, assumiu outro compromisso profissional em Brasília e passou a colaborar diretamente na Federação Espírita Brasileira (FEB) e no Conselho Espírita Internacional (CEI), embora, como diretor e presidente da USE-SP, já frequentasse as reuniões do Conselho Federativo Nacional da FEB, desde 1986.

Foi diretor da FEB, com atribuições em algumas áreas de comunicação social e principalmente como Secretário Geral do Conselho Federativo Nacional da FEB. Integrou a Comissão Executiva do Conselho Espírita Internacional e foi presidente da Federação Espírita Brasileira.

Sua percepção sobre o centro espírita é muito semelhante ao ideário dos primeiros cristãos dos tempos apostólicos. César é totalmente contra a excessiva formalização e escolarização na casa espírita. Para ele uma das questões cruciais da casa espírita é se criar espaço para o real acolhimento das pessoas que chegam aos centros. Razão pela qual há necessidade de analisar, discutir e rever questões como a excessiva formalização e escolarização que ocorrem nos centros espíritas; a inadequação das propostas para crianças, adolescentes e jovens; um certo "engessamento" da mediunidade.

Cremos, que os anseios de César Perri de uma FEB menos burocrática e menos elitista, visando integração dos espíritas socialmente menos favorecidos ao movimento espírita, foram elementos perturbadores para as cobiças de poder da alta administração febiana, que impetrou fórmulas “democráticas”, através do Conselho Superior (inteiramente contaminado pelas tramoias internas da instituição), a fim de alijar César Perri da presidência da Federação Espírita Brasileira. E conseguiu!

No atual movimento espírita César Perri tem exercido intensa atividade social e literária, escrevendo inúmeros artigos em colaboração com diversos periódicos. É autor dentre outros dos seguintes livros: O Espiritismo em Araçatuba (I 975); Dama da Caridade (1982); Em Louvor à Vida e Repositório de Sabedoria (I 980), Vols. 1e 2, (compilações) com pensamentos da psicografia de Divaldo P. Franco, Os Sábios e a Senhora Piper (1986); Entre a matéria e o Espírito (co-autoria Oswaldo Magro Filho – 1990) Espiritismo e Modernidade (I 996), além de ser co-autor em diversas obras editadas pela USE e pela Federação Espírita Brasileira. Epístolas de Paulo à luz do Espiritismo (2016)(1) e Centro Espírita. Prática espírita e cristã (2016)

[i] Fonte: U.S.E. 50 anos de Unificação – 1947 a 1997.

Brasília (DF) 28 de novembro de 2016

Irmãos W e Jorge Hessen

Antonio Cesar Perri de Carvalho:

Repensar os centros espíritas. De Paulo à atualidade

Recentemente trabalhamos em conteúdo relacionando ações do Cristianismo primitivo e do Espiritismo e elaboramos dois livros: Epístolas de Paulo à luz do Espiritismo (1) e Centro Espírita. Prática espírita e cristã (2).

Como autor dos livros citados, podemos dizer que ambos se completam. Enquanto trabalhávamos no texto de Epístolas de Paulo, já pensávamos para, mais à frente, elaborar uma obra mais específica e direcionada às realidades dos centros espíritas. A título de reforço, no subtítulo do segundo livro, adotamos uma redundância: "espírita e cristã", e, no desenvolvimento, sempre procuramos uma fundamentação em versículos do Novo Testamento e, mais especificamente, nos textos do apóstolo Paulo.

No primeiro livro destacamos a essência moral das epístolas de Paulo, com interpretações fundamentadas nas obras de Allan Kardec e do espírito Emmanuel. A nosso ver, as ponderações das obras de Allan Kardec sobre o Cristianismo devem merecer nossas atenções, estudos e motivar inspirações. Entre outras, há a afirmação do Espírito de Verdade: “No Cristianismo encontram-se todas as verdades; são de origem humana os erros que nele se enraizaram.” (3)

Paulo é uma referência marcante como trajetória de vida e por seus escritos históricos. Aliás, as primeiras epístolas surgiram antes da divulgação completa de cada um dos Evangelhos. Nos primeiros tempos havia apenas manuscritos esparsos dos evangelistas.

O ensino moral contido nas Epístolas e a simplicidade dos primitivos cristãos podem colaborar para as necessárias reflexões que devem ser feitas nos centros e no movimento espírita. O conteúdo básico das 14 Epístolas de Paulo é adequável ao movimento espírita, ao relacioná-lo com a Codificação Kardequiana e mensagens psicografadas por Chico Xavier.

Traços dos princípios espíritas nas cartas de Paulo

Nessas condições, o livro Epístolas de Paulo à luz do Espiritismo é inédito no âmbito da literatura espírita.

Nos textos de Paulo há traços preliminares dos princípios da Doutrina Espírita. Aos Romanos, como em outras cartas, ele enfatiza a compreensão de Deus, como Pai de todos, independentemente de nacionalidades. O Cristo é defendido como o Messias anunciado pelos profetas, embora não tenha sido reconhecido e aceito pelos judeus. Nas epístolas aos Coríntios, Paulo destaca os dons espirituais, refere-se ao "corpo espiritual" e relata sua vivência de adentrar o "terceiro céu". Defende a excelência da "caridade", melhor traduzida por vários estudiosos bíblicos por "amor". Ao se dirigir a Filemon, Paulo aponta o perdão, a misericórdia e a reparação. A Epístola aos Gálatas é fortemente sugestiva para a mais ampla reflexão e avaliação sobre as “marcas do Cristo” – no sentido ético, moral e espiritual – em nossas vidas. Enfim, Paulo adota a ética e a moral apregoadas pelo Cristo, além de atuar como médium e de orientar práticas mediúnicas.

Daí a razão de Emmanuel tê-lo considerado "[...] o agricultor humano que conseguiu aclimatar a flor divina do Evangelho sobre o mundo"(4).

Na sequência, refletindo sobre as condições do surgimento dos primeiros grupos cristãos, e com base em registros históricos, lembramos os impasses e as enxertias em textos e nas práticas que passaram a ocorrer nos três primeiros séculos, mesmo antes das organizações religiosas estabelecidas a partir do Concílio de Niceia (ano 325 d.C.).

Aí se torna oportuna a leitura da obra A esquina de pedra (Ed. Clarim, 1975), de autoria de Wallace Leal Valentim Rodrigues, que focaliza aqueles momentos iniciais do desenvolvimento do Cristianismo considerando a “pedra de esquina”, “a cabeça da esquina” e a “pedra preciosa de esquina” (5), e cita passagem registrada em Atos: "Esta é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina.” (6)

Paulo e sua discordância das propostas “judaizantes”

Poucos anos após sua conversão, Paulo, o antigo doutor da Lei, visitou e optou em deixar a pioneira Casa do Caminho de Jerusalém, discordando das propostas "judaizantes", e iniciou sua grande tarefa de divulgador do Evangelho para a "gentilidade". Ou seja, não aceitou "pré-requisitos" prévios para a conversão ao Cristianismo.

Interessante é que quase dois milênios depois Chico Xavier optou em deixar a bem organizada Comunhão Espírita Cristã, de Uberaba, da qual foi um dos fundadores, e deu início a um novo, pequeno e simples ponto de referência: o Grupo Espírita da Prece, de Uberaba.

A partir dessas reflexões, trabalhamos na elaboração do novo livro sobre o centro espírita, fundamentado no codificador Allan Kardec e no Novo Testamento, mas temperando com nossas vivências e observações obtidas ao longo de 52 anos de atividades no movimento espírita em Araçatuba, São Paulo e Brasília, nas atuações em centros espíritas, na União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, na Federação Espírita Brasileira e no Conselho Espírita Internacional.

Dada a nossa trajetória espírita, desde o centro espírita - a base do Movimento - e com visão de união experienciada a partir do Estado de São Paulo, dentro da estrutura propiciada pela USE-SP, e tendo a oportunidade de conhecer e viver a realidade do movimento espírita de todas as regiões de nosso país - de dimensões continentais -, com uma grande diversidade de situações e de práticas, pensamos em contribuir com subsídios para o funcionamento dos centros espíritas, evocando premissas básicas que devem fundamentar o trabalho espírita.

A excessiva formalização e escolarização na casa espírita

Atualmente entendemos que há necessidade de se repensarem muitas recomendações que vêm sendo divulgadas e praticadas, com o objetivo de melhor adequarem-se os centros espíritas à diversidade de situações em que estão inseridos e de seus públicos-alvo.

É indispensável apoiar os centros espíritas atingindo-se os diferentes rincões do país e levando em consideração que, em sua maioria, são simples e de porte pequeno a médio.

Uma das questões cruciais é se criar espaço para o real acolhimento das pessoas que chegam aos centros.

Há necessidade de analisar, discutir e rever questões como a excessiva formalização e escolarização que ocorrem nos centros espíritas; a inadequação das propostas para crianças, adolescentes e jovens; um certo "engessamento" da mediunidade...

A título de ilustração e destacando trechos de Emmanuel: “A instituição de Antioquia era, então, muito mais sedutora que a própria igreja de Jerusalém. Vivia-se ali num ambiente de simplicidade pura, sem qualquer preocupação com as disposições rigoristas do judaísmo.” Em outro trecho, anota o autor espiritual: “A união de pensamentos em torno de um só objetivo dava ensejo a formosas manifestações de espiritualidade. Em noites determinadas, havia fenômenos de ‘vozes diretas’. A instituição de Antioquia foi um dos raros centros apostólicos onde semelhantes manifestações chegaram a atingir culminância indefinível. A fraternidade reinante justificava essa concessão do Céu.” (7)

A proposta e a experiência de Mário da Costa Barbosa

Em O Evangelho segundo o Espiritismo há uma recomendação do Espírito de Verdade que deve ser entendida e praticada na ordem em que houve o registro: "Espíritas, amai-vos, eis o primeiro mandamento; instruí-vos, eis o segundo" (8). Às vezes, tem-se notado - na prática - uma inversão desta recomendação.

Assim, não propomos estruturas organizacionais e atividades que poderiam ser caracterizadas como típicas de uma organização administrativa e doutrinária mais complexa. Temos pleno conhecimento de que boa parte dos centros não dispõem dos chamados "departamentos" nem teriam condições de recursos humanos para montá-los.

Os centros espíritas, sendo menos formais e mais voltados à solidariedade fraterna, devem ter preocupações a começar do ambiente dentro da equipe de trabalho e a recepção aos iniciantes e interessados.

O imprescindível é que se abram espaços para "treinamentos em serviço" e para ações de integração dos colaboradores, contando-se com uma visão de conjunto do próprio Centro Espírita.

Há muitas práticas interessantes no Movimento Espírita brasileiro, mas optamos por destacar a proposta e a experiência de Mário da Costa Barbosa (1936-1990), que conhecemos pessoalmente. O citado livro apresenta uma fundamentação espírita sobre a metodologia do espaço de convivência, criatividade e educação, e entendemos que a espinha dorsal da proposta não está circunscrita apenas a uma área de atuação, porque perpassa e são aplicáveis a todas as atividades do centro espírita. A vivência dele está registrada no livro Conviver para amar e servir (9), editado pela FEB, durante nosso período como presidente da instituição.

O papel do “Consolador prometido” em nossos dias

Em nossos dias, são muito necessárias profundas reflexões e análises sobre os rumos do Movimento Espírita, sendo sugestivas as ilustrações da “esquina de pedra”, o rompimento com o farisaísmo feito por Paulo e a opção pela simplicidade de Chico Xavier.

Essas ideias estão presentes no livro nosso sobre o centro espírita, que trata de temas como antecedentes históricos, fundamentos para a ação espírita, cenário de espíritas e de centros espíritas no país, estudo espírita, prática espírita, difusão do Espiritismo e a união dos espíritas.
Enfim, além de se meditar sobre o papel do "Consolador prometido" no contexto de nossos dias, enfeixamos com um registro que deve nortear nossas reflexões para repensarmos os centros espíritas:

"Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele." – Paulo.(10)

“A bandeira que desfraldamos bem alto é a do Espiritismo cristão e humanitário, em torno da qual já temos a ventura de ver, em todas as partes do globo, congregados tantos homens, por compreenderem que aí é que está a âncora de salvação, a salvaguarda da ordem pública, o sinal de uma era nova para a humanidade.” – Allan Kardec. (11)

Referências:

1) Carvalho, Antonio Cesar Perri. Epístolas de Paulo à luz do Espiritismo. Matão: O Clarim.

2) Carvalho, Antonio Cesar Perri. Centro espírita. Prática espírita e cristã. São Paulo: USE.

3) Kardec, Allan. Trad. Ribeiro, Guillon. O Evangelho segundo o Espiritismo. Cap.6. item 5. Brasília: FEB.

4) Tavares, Clóvis. Amor e sabedoria de Emmanuel. Cap.4 e 5. São Paulo: Ed. Calvário. 1970.

5) Rodrigues, Wallace Leal V. A esquina de pedra. Cap. XIII. Matão: Ed. O Clarim.

6) Atos, 4.11.

7) Xavier, Francisco Cândido. Pelo Espírito Emmanuel. Paulo e Estêvão. Ed.esp. 2a parte, cap.4. Brasília: FEB.

8) Kardec, Allan. Trad. Ribeiro, Guillon. O Evangelho segundo o Espiritismo. cap.VI, item 5. Brasília: FEB.

9) Sarmento, Helder Boska de Moraes et al (Orgs.) Conviver para amar e servir. Brasília: FEB.
10) Coríntios, 9.22-23.

11) Kardec, Allan. Trad. Ribeiro, Guillon. O Livro dos Médiuns. Item 350. Brasília: FEB.

Antonio Cesar Perri de Carvalho, ex-presidente da USE-SP e ex-membro da Comissão Executiva do CEI, foi presidente da Federação Espírita Brasileira.

Fontes: O Consolador - Revista Semanal de Divulgação Espírita

Fontes: GEECX - Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier (César Perri)

Fontes: O Consolador - Revista Semanal de Divulgação Espírita

"Durante muito tempo ri, como todo mundo, do magnetismo e do Espiritismo. Mas - eu o confesso humildemente pelo que me toca -, o que eu tomava pelo riso de Voltaire não era se não o riso do idiota, muito mais comum que o primeiro."

 Eugène Bonnèmere - Revue Spirite, abril de 1880

 

RELAÇÃO DE PALESTRAS ESPÍRITAS DE CÉSAR PERRI

(EM VÍDEO NO YOUTUBE)

 

Biografia de Antonio César Perri de Carvalho

 

Projeto “Começar pelo Começo” (Luz na Mente entrevistou César Perri, Ex-Presidente da Federação Espírita do Brasil - FEB)

 

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Epístolas de Paulo à Luz do Espiritismo) Palestra Espírita proferida em 19/11/2016, no Grupo da Fraternidade Espírita "José Xavier", Três Lagoas, MS. Palestra baseada no livro de sua autoria, com o mesmo título, que destaca as recomendações morais do Apóstolo, com abordagens simples, objetivas e fundamentadas nas obras de Allan Kardec e do Espírito Emmanuel de obras de Chico Xavier.

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (O Home de Bem) Palestra Espírita proferida em 20/11/2016, no Centro Espírita Fé e Caridade, Andradina, SP, por ocasião do XXVI ENCONTRO DOS TRABALHADORES ESPÍRITAS DA REGIÃO DE URUBUPUNGÁ, organizado pela USE Regional.

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Evangelho para os simples) Na noite do dia 5 de agosto, com apoio das USES Municipal e Regional de Araçatuba, foi realizada a palestra "Evangelho para os simples", por Cesar Perri (DF) nas dependências do Centro Espírita Irmã Angélica, Araçatuba. Na abertura, um dos dirigentes, Gregório Carlos Rodrigues, fez homenagem a tios do expositor, o casal Belks e Pedro Perri, fundadores do Centro anfitrião. O evento foi transmitido ao vivo pela webtv Rede Amigo Espírita.

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (A Visão Espírita sobre Deus) Palestra proferida na noite de sábado, 05/03/2016 na FEAK de Juiz de Fora/MG e transmitida ao vivo na Rede Amigo Espírita

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Mediunidade e Evangelho) Palestra proferida em 29/06/2016 no Centro Espírita Irmã Angélica na cidade de Araçatuba/SP e transmitida ao vivo pela Rede Amigo Espírita.

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Não ponhais a candeia debaixo do alqueire)

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Palestra "Centro Espírita Escola de Almas - Antonio César Perri de Carvalho" com Antonio César Perri de Carvalho, diretor da FEB (Federação Espírita Brasileira) em comemoração aos 62 anos da Aliança Espírita Varas da Videira em Araçatuba/SP realizada no dia 13/06/2011)

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Palestra realizada no 6º Congresso Espírita Mundial em Valencia na Espanha no dia 11/10/2010 com Antonio César Perri, tema: Chico Xavier, contribuições de sua Obra Psicográfica. Impacto da obra no mundo - PARTE 01)

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Palestra realizada no 6º Congresso Espírita Mundial em Valencia na Espanha no dia 11/10/2010 com Antonio César Perri, tema: Chico Xavier, contribuições de sua Obra Psicográfica. Impacto da obra no mundo - PARTE 02)

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Palestra VIDA - Instrumento de evolução do Espírito) Palestra realizada no dia 1º CEU (Congresso Espírita de Uberlândia) - 30/01/2016.

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Diante da vida com Chico Xavier) 42º mês de Kardec de Franca - de 01/10 a 30/10/2016

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Sustentação solidária de diferentes realidades) Palestra realizada no 15º Congresso Estadual de Espiritismo, em 01-05-12, promovido pela USESP, na cidade de Franca, SP

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Solenidade de Comemoração dos 130 anos de nascimento de Benedita Fernandes PARTE 01)

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Solenidade de Comemoração dos 130 anos de nascimento de Benedita Fernandes PARTE 02)

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Entrevista com Antonio Cesar Perri de Carvalho - Diretor da FEB (Federação Espírita Brasileira) realizada no dia 14/06/2011 na Aliança Espírita Varas da Videira em Araçatuba/SP)

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Palestra Espírita - Tema: Nossa gente)

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Palestra realizada no 15º Congresso Estadual de Espiritismo, em 01-05-12, promovido pela USESP, na cidade de Franca, SP)

Palestra Espírita - Antonio César Perri de Carvalho (Congresso Espírita de Sergipe - 2016 - A dimensão espiritual do trabalho fraterno nas casas espíritas)