OBRAS COMPLETAS DE ALLAN KARDEC

REVISTAS ESPÍRITAS GRÁTIS

EM IDIOMA PORTUGUÊS E FRANCÊS

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ALLAN KARDEC - Revista Espírita

Jornal de Estudos Psicológicos

EDITORA FEB

(1858 - 1869)

 

ALLAN KARDEC - REVUE SPIRITE

JOURNAL D' ÉTUDES PSYCHOLOGIQUES

(1858 - 1869)

 



Tradutor

EVANDRO NOLETO BEZERRA

 

Importante periódico mensal publicado sob a responsabilidade direta de Allan Kardec de 1858 - 1869.

 

Introdução:

Traduções em Língua Portuguesa

Em língua portuguesa, o período sob a direção de Kardec (1858-1869) encontra-se traduzido em três edições brasileiras:

Federação Espírita Brasileira, em tradução de Evandro Noleto Bezerra; (Ver no arquivo zipado)

Editora IDE - Instituto de Difusão Espírita, em tradução de Salvador Gentille, (Ver no arquivo zipado)

Apresentação do site:

Publicação mensal da Revista Espírita que foi iniciada por Allan Kardec em janeiro de 1858, mantendo-se ele à frente da mesma até o ano de seu desencarne em 1869.

A Revista Espírita serviu, também, para que Allan Kardec se revelasse por inteiro, com toda a sua magnitude. Assim é que Kardec pôde revelar na Revista toda a sua coragem de lutar e defender os princípios que abraçara.

Seu admirável senso de profundo amor, sua cultura ímpar e seu respeito pelo próximo, veio à tona através destes periódicos.

Foi um meio de Divulgação da Doutrina, além também de uma forma de expor novas ideias, ensinamentos e teorias, colocando-os sob análise e discussão.

Trata dos mais diversos assuntos com relação ao Espiritismo, tendo alguns dos seus artigos tomados parte em algumas das obras básicas da Doutrina Espírita tais como: O Livro dos Médiuns e A Gênese, que tiveram muitos de seus capítulos publicados na Revista Espírita e, assim, serviu como uma preparação para os novos livros advindos na Codificação Espírita.

Todas aquelas pessoas ou grupos espíritas que queiram realmente compreender a Doutrina Espírita e não querem se iludir com falsas obras espíritas da atualidade.

As revistas espíritas de Allan Kardec são materiais de base para o entendimento e compreensão da finalidade da vida.

Irmãos W. e Jorge Hessen

Temas doutrinários:

A REVISTA ESPÍRITA

De vez em quando, Kardec relia a mensagem do Espírito da Verdade sobre sua missão:

Não acredites que te seja bastante publicar um livro, dois, dez livros, e estares sossegadamente em tua casa. É necessário que te mostres no conflito.

O texto o ajudava a seguir em frente, apesar das críticas e dos riscos crescentes. Com o sucesso de O livro dos espíritos — cujas vendas aumentavam a cada dia —, passou a receber cartas de leitores de toda a Europa. Gente até então sem fé ou católicos devotados, e devastados por perdas em suas famílias, enviavam relatos sobre o impacto da obra em suas vidas e também sobre a pressão exercida por padres e bispos contra o sacrilégio da necromancia, o perigo e o pecado de dar voz e ouvidos aos mortos.

Muitas jovens, como Ermance, estavam sendo internadas em manicômios pelas famílias, com o apoio de médicos e párocos, diagnosticadas como vítimas de delírios histéricos e possessões demoníacas atribuídos a práticas espíritas. E muitos adeptos do espiritismo eram ameaçados de excomunhão pelas igrejas e de demissão pelos patrões ao professarem a fé na nova crença e ostentarem exemplares da obra de Allan Kardec em suas comunidades.

Como esclarecer e apoiar os leitores perseguidos? Como difundir as mensagens do mundo invisível vindas de todos os cantos, pelas mãos dos mais diversos médiuns? Em 15 de novembro de 1857, o autor de O livro dos espíritos recorreu a Ermance Dufaux para consultar seus conselheiros espirituais. Em pauta, um novo projeto: o lançamento da primeira publicação espiritualista da França — a Revista Espírita, com periodicidade mensal.

Os Estados Unidos já possuíam dezessete publicações sobre os mistérios do mundo invisível, mas um único jornal espiritualista circulava em todo o Velho Continente: o Journal de l’âme, editado em Genebra, sob a direção do dr. Boessinger.

Pelas mãos da jovem Ermance, vieram o aval do além — “A ideia é boa” — e uma série de conselhos editoriais para atrair a atenção do público:

— De começo, deves cuidar de satisfazer à curiosidade; reunir o sério ao agradável: o sério para atrair os homens de ciência, o agradável para deleitar o vulgo. (...) Em suma, é preciso evitar a monotonia por meio da variedade, congregar a instrução sólida ao interesse geral.

Mas havia um detalhe... E o velho assunto voltou à tona: apoio financeiro. Rivail ainda se dividia entre a contabilidade e a pedagogia, retomada aos poucos sob a censura do governo de Napoleão III, e sonhava abandonar os dois empregos para se dedicar integralmente ao espiritismo.

Se dependesse da boa vontade dos amigos invisíveis, o sonho teria de esperar:

— Por enquanto, não deves abandonar coisa alguma; há sempre tempo para tudo.

Cauteloso, Rivail sugeriu então lançar um “exemplar de experiência”, e só seguir em frente se a repercussão fosse favorável.

Nada feito.

— Um só número não bastará. Move-te e conseguirás.

Rivail se moveu até a empresa de um possível sócio, o sr. Tiedeman-Marthèse, que já demonstrara interesse em apoiar a publicação, mas voltou para casa frustrado. O empresário tinha mudado de ideia.

Com o apoio, inclusive financeiro, da compreensiva Amélie, o professor decidiu seguir em frente por conta e risco próprios. Ele mesmo escreveu, sozinho, todos os artigos da nova publicação, e, apesar de não ter um único assinante ou investidor, bancou a impressão dos primeiros exemplares da Revista Espírita, produzidos na Tipografia de Beau, a mesma responsável pela edição de O livro dos espíritos.

A publicação mensal começou a circular em 1º de janeiro de 1858 com o seguinte subtítulo na capa — “Jornal de Estudos Psicológicos” — e com o crédito em letras garrafais: “Publicada sob a direção de Allan Kardec”.

A epígrafe dava um peso científico ao periódico:

Todo efeito tem uma causa. Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. O poder da causa inteligente é proporcional à grandeza do efeito.

No texto de introdução, menos veemente do que o prefácio de O livro dos espíritos, Kardec defendia o valor científico de sua investigação e definia os fenômenos das “mesas girantes e falantes” como a “infância” da nova doutrina:

Hoje ela é uma ciência, que descobre todo um mundo de mistérios, que patenteia as verdades eternas (...) e descobre o mais vasto campo jamais apresentado à observação do filósofo.

Pelas páginas da Revista Espírita, o público poderia, segundo Kardec, acompanhar o progresso desta nova ciência e se prevenir contra os exageros da credulidade e do ceticismo.

A revista seria uma “tribuna livre” para discussões “sensatas” sobre o espiritismo; uma fonte de divulgação de “fenômenos patentes” e um canal para a revelação de comunicações escritas ou verbais dos espíritos, “desde que tenham um fim útil”: “Em suma: abarcaremos todas as fases das manifestações materiais e inteligentes do mundo incorpóreo.”

No último parágrafo, a explicação para o subtítulo “Jornal de Estudos Psicológicos”: “Estudar a natureza dos espíritos é estudar o homem, pois ele um dia participará do mundo dos espíritos.”

Uma das primeiras missões de Kardec na nova publicação foi explicar o asco dos fenômenos mediúnicos investigados pela comissão formada pelo jornal Boston Courier no ano anterior.

O fracasso das irmãs Fox, dos irmãos Davenport e de outros companheiros de mediunidade repercutia em artigo publicado pelo Scientic American, em 11 de julho de 1858, e republicado, então, na Revista Espírita.

A descrição do desempenho de um dos supostos médiuns testados, o dr. Gardner, era constrangedora. Uma longa lista de “nãos”: não conseguiu fazer soar o piano sem tocar; não conseguiu mover uma pequena mesa de um só pé sem o auxílio das mãos; e não conseguiu descobrir a palavra escrita numa folha de papel dobrada e posta dentro de um livro.

Como explicar tantos fracassos?

Kardec reagiu aos ataques científicos com uma explicação sobre o comportamento voluntarioso dos espíritos:

Eles agem quando e perante quem lhes agrada; por vezes, quando menos se espera, é que a manifestação ocorre com mais energia; e, quando a solicitamos, ela não se verifica.

Além disso, a oferta de um prêmio em dinheiro, segundo ele, afastaria os colaboradores invisíveis:

É preciso saber que se pode obter cem vezes mais de um médium desinteressado do que daquele movido pelo engodo do lucro, e que um milhão não o levaria a fazer o que não deve.

Fontes: Kardec - A Biografia - Marcel Souto Maior

Manifesto de Gratidão à Federação Espírita Brasileira

Os responsáveis pelo Site Autores Espíritas Clássicos desejam manifestar aqui um preito de gratidão à Federação Espírita Brasileira, entidade representativa do Espiritismo em nosso país.

A FEB disponibilizou, recentemente, para download em seu site oficial (www.febnet.org.br) toda a coleção de 12 volumes da Revista Espírita, de Allan Kardec, relativos aos anos de 1858 a 1869, período em que essa revista esteve sob a responsabilidade direta do Codificador da Doutrina Espírita.

O grau de importância dessa revista é demonstrado pelas palavras de J. Herculano Pires em “A Pedra e o Joio”:

“Só agora dispomos da coleção da Revista Espírita do tempo de Kardec, tão importante que ele mesmo a incluiu no rol das leituras necessárias para o bom conhecimento da doutrina...”

Totalizando quase 7.000 páginas na edição em português publicada pela FEB, a Revista Espírita é o complemento indispensável à boa compreensão da Codificação Espírita.

Com esta iniciativa, a Federação Espírita Brasileira, que já disponibilizava para download as obras essenciais de Allan Kardec, possibilita agora a todos os simpatizantes da Doutrina Espírita a leitura de todas as importantes obras do Codificador, mesmo os que não possuem condições financeiras para adquirir os volumosos exemplares impressos.

Por isso, manifestamos aqui, em nome de toda a comunidade espírita, nosso respeito e gratidão a esta respeitável entidade.

Irmãos W. e Irmão R. e Jorge Hessen

Fontes: Federação Espírita do Brasil (Revistas Espíritas de Allan Kardec)

"A fé necessita de uma base, e essa base é a perfeita compreensão daquilo em que se deve crer. Para crer, não basta ver, é necessário compreender"

Allan Kardec "O Codificador da Doutrina Espírita"

RELAÇÃO DE REVISTAS ESPÍRITAS

ALLAN KARDEC

EM IDIOMA PORTUGUÊS

 

Sumário Geral dos Fascículos da Revista Espírita (Edições 1858 - 1869) (Tópicos Tratados nas Revistas Espíritas que Foram Compiladas por Allan Kardec)

Revista Espírita - Índice Geral - (Edições 1858 - 1869) (Índice Temático para Consultar os Temas da Revistas Espíritas Compiladas por Allan Kardec)

Allan Kardec - Revista Espírita (FEB) - 1858  

Allan Kardec - Revista Espírita (FEB) - 1859

Allan Kardec - Revista Espírita (FEB)  - 1860

Allan Kardec - Revista Espírita (FEB)  - 1861

Allan Kardec - Revista Espírita (FEB)  - 1862

Allan Kardec - Revista Espírita (FEB)  - 1863

Allan Kardec - Revista Espírita (FEB)  - 1864

Allan Kardec - Revista Espírita (FEB) - 1865

Allan Kardec - Revista Espírita (FEB) - 1866

Allan Kardec - Revista Espírita (FEB) - 1867

Allan Kardec - Revista Espírita (FEB) - 1868

Allan Kardec - Revista Espírita (FEB) - 1869

Baixar o volume completo das Revistas Espíritas (1858 - 1869)

 

  RELAÇÃO DE REVISTAS ESPÍRITAS

ALLAN KARDEC

EM IDIOMA FRANCÊS

 

O site vem oferecer ao público espírita as Revistas Espíritas no idioma francês para que possam sanar algumas dúvidas em relação as traduções que foram realizadas pelos pesquisadores espíritas tais como: Evandro Noleto Bezerra, Salvador Gentille e Júlio Abreu Filho. Juntamente com o link do site francês Encyclopédie Spirite com os 50 anos de Revistas Espíritas para abaixar.

 

Allan Kardec - Revue Spirite (1858 - 1869) (Fr.) (Arquivo único)

 

Fontes: Encyclopédie Spirite - 50 annés de Lá Revue Spirite (50 Anos de Revista Espírita para abaixar)